
Resgate de 'altíssimo risco': o que se sabe sobre a morte de cinco italianos após mergulho em cavernas submersas nas Maldivas — Foto: Reprodução/X
GERADO EM: 15/05/2026 - 05:33
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Cinco italianos morreram após um acidente durante uma expedição de mergulho em cavernas submersas nas Maldivas,segundo informou o Ministério das Relações Exteriores da Itália nesta semana. O grupo desapareceu no atol de Vaavu,a cerca de 50 metros de profundidade,em uma área localizada ao sul da capital Malé.
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De acordo com o ministério,quatro das vítimas integravam uma equipe ligada à Universidade de Gênova. Entre elas estavam a professora de ecologia Monica Montefalcone,a filha dela e dois pesquisadores.
As Forças Armadas das Maldivas informaram que um dos corpos foi localizado dentro de uma caverna a cerca de 60 metros de profundidade. Segundo os militares,há indícios de que os outros quatro mergulhadores também estejam no mesmo local.
A operação de busca foi classificada pelas autoridades como de “altíssimo risco”. Mergulhadores especializados e equipamentos específicos foram mobilizados para atuar na região.
Segundo a rede BBC,este pode ser o pior acidente de mergulho já registrado nas Maldivas,país do Oceano Índico conhecido internacionalmente pelo turismo de luxo e pelas ilhas de coral.
De acordo com a imprensa local,os cinco italianos entraram na água na manhã de quinta-feira. O desaparecimento foi comunicado pela tripulação da embarcação de mergulho depois que o grupo não retornou à superfície.
A polícia informou que o clima estava severo na região no momento do acidente. A área fica cerca de 100 quilômetros ao sul de Malé.
Um alerta amarelo chegou a ser emitido para embarcações de passageiros e pescadores.
A Universidade de Gênova identificou as vítimas ligadas à instituição como Monica Montefalcone; Giorgia Sommacal,filha da professora e estudante; Muriel Oddenino,pesquisadora; e Federico Gualtieri,graduado em biologia marinha.
A quinta vítima foi identificada como Gianluca Benedetti,gerente de operações da embarcação e instrutor de mergulho.
Em comunicado publicado na rede social X,a Universidade de Gênova expressou “as mais profundas condolências” às vítimas.
Ainda de acordo com a BBC,acidentes de mergulho e snorkel são relativamente raros nas Maldivas,embora mortes tenham sido registradas nos últimos anos.
Em dezembro do ano anterior,uma mergulhadora britânica experiente morreu afogada próximo ao resort insular de Ellaidhoo. O marido dela morreu cinco dias depois após passar mal.
Em 2024,um parlamentar japonês morreu enquanto praticava snorkel no atol de Lhaviyani.

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